Arquivo mensal junho 2014

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Veja o horário de funcionamento do Sindifato durante os jogos da Copa

Nos dias de jogos do Brasil, o sindifato deve abrir ao público das 8h00 às 13h00, que terá início nesta quinta-feira (12/6) e vai até o dia 13 de julho.  De acordo com a tabela da competição, na primeira fase da competição, o Brasil joga nos dias 12, 17 e 23 de junho. Por isso, o sindifato terá expediente apenas pela manhã nestes dias.

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Durante a copa, serviços públicos terão horários alterados no Tocantins

Em prefeituras e no estado foi decretado redução na jornada de trabalho.
Na capital, as linhas de ônibus terão horários especiais durante os jogos

Os horários de atendimento dos serviços público e privado nas duas maiores cidades do interior do Tocantins também serão alterados nos dias de jogos da Seleção Brasileira.

Em Araguaína, foi declarado ponto facultativo nas repartições públicas federais municipais nos dias de jogos. Dessa forma, o poder executivo municipal terá expediente de 8h às 13h conforme Decreto 286/2014 publicado nesta segunda-feira (9).

Em Gurupi, foi decretado ponto facultativo a partir das 14h, nas repartições públicas municipais. Dessa forma, a Secretaria Municipal de Infraestrutura e a Superintendência Municipal de Trânsito e Segurança (SMTS) irão funcionar em regime de plantão. A Secretaria de Educação deverá obedecer a seu calendário normal.

No estado, o governador Sandoval Cardoso decretou redução no horário de expediente dos servidores conforme Decreto número 5.059, publicado no Diário Oficial desta segunda-feira (9). Com isso nos dias de jogos da Seleção Brasileira os servidores terão o expediente encerrado ao meio dia.

Palmas

Na capital, o expediente da prefeitura também sofrerá alteração das 8h às 14h. Em todos os casos, o ponto facultativo não se aplica às repartições que, por sua natureza, exijam regime de plantão permanente, portanto, será preservado o funcionamento dos serviços essenciais como saúde e segurança pública.

Horários dos ônibus

Ainda em Palmas, de acordo com a Secretaria de Acessibilidade, Mobilidade e Transporte (Samot), a Prefeitura de Palmas irá disponibilizar horários especiais do transporte coletivo nos dias de jogos. Com isso, nos horários que antecedem os jogos do Brasil haverá uma adequação para haver mais ônibus e em um intervalo de tempo menor garantindo que a comunidade chegue a sua residência antes do horário das partidas.

A linha Eixão atenderá os usuários no horário das 13h às 17h, com intervalos reduzidos para dois em dois minutos. Após às 17h, a linha funcionará com intervalos de dez em dez minutos. Já a Linha T0-02 atenderá os usuários das 13 às 17 horas, com intervalos reduzidos para cinco em cinco minutos. Após as 17h, a linha T0-02 funcionará com intervalos de 30 em 30 minutos.

Por último, a linha 47 Taquari atenderá com intervalos de 10 em 10 minutos no período das 13 às 17 horas. As linhas alimentadoras do sistema funcionarão com intervalos de meia em meia hora, no período das 13 às 17 horas.

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FARMACÊUTICO RECEBERÁ INSALUBRIDADE POR APLICAR INJEÇÕES E FAZER CURATIVOS

Um farmacêutico receberá adicional de insalubridade de 20% do salário mínimo porque fazia procedimentos como aplicação de injeções, medição de glicose e curativos durante os três anos em que trabalhou para um Drogaria , de Belo Horizonte (MG). A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho deferiu o adicional porque essas atividades, conforme laudo pericial, envolviam, em grau médio, o contato com sangue.

O pedido de pagamento do adicional foi julgado procedente na primeira instância, mas, em seguida, negado pelo Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (MG). O TRT considerou que o farmacêutico não tinha contato permanente com pacientes, pois os procedimentos citados eram apenas parte de suas funções. Além das injeções e medições de glicose, o Regional salientou que ele também vendia medicamentos e oferecia produtos, verificava receitas e esclarecia dúvidas dos clientes, repunha medicamentos em prateleiras, aferia pressão arterial, e registrava em livros aplicações de injetáveis realizadas.

Tribunal Superior do Trabalho

O trabalhador, então, recorreu ao TST contra essa decisão. Para o relator do recurso de revista, ministro Alexandre Agra Belmonte, a decisão do TRT violou o artigo 192 da CLT, que assegura o adicional quando o trabalho ocorre em condições insalubres. Ele destacou que, no laudo pericial, ficou evidente que o farmacêutico tinha de fato contato com sangue, agente biológico previsto no Anexo 14 da Norma Regulamentadora 15 do Ministério de Trabalho e Emprego, que trata da caracterização da insalubridade.

Ao verificar que a atividade se caracterizava como insalubre em grau médio, o ministro concluiu que o trabalhador fazia jus ao adicional de insalubridade de 20% do salário mínimo da região. Seguindo a fundamentação do relator, a Terceira Turma restabeleceu a sentença que deferiu o pedido.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social – Tribunal Superior do Trabalho

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Farmacêutica aposta em descontos para vendas não caírem durante a Copa

O comércio varejista prevê redução de vendas durante a Copa do Mundo por causa dos inúmeros feriados. A atenção dos turistas e torcedores também deve estar especialmente dedicada às atividades ligadas ao evento. Para evitar impactos negativos nas vendas de junho e julho, a farmacêutica Orange Health apostou em algumas ações, como antecipar negociações e trabalhar o motivacional dos vendedores.

Segundo a gerente comercial, Andréa Macedo, a empresa tem buscado alternativas para evitar que a possível queda no movimento no ponto de venda interfira nos resultados. “Uma das estratégias adotadas foi oferecer descontos diferenciados. Os vendedores estão tendo respaldo maior para negociar e o objetivo é antecipar as vendas e a entrega dos produtos, pois também é importante que as redes de farmácias estejam abastecidas”, diz.

Outro ponto de atenção tem sido trabalhar o motivacional da equipe do comercial. Para incentivá-los, além de recursos para negociar, a empresa propõe premiações em dinheiro. “Não podemos desanimar e essa é a mensagem central que temos passado aos nossos representantes”.

Para Andréa, abastecer estoques, preparar material impresso, fazer campanhas relacionadas ao tema, investir na decoração e oferecer promoções são fundamentais para que as redes e, como consequência, as indústrias farmacêuticas sejam beneficiadas pela Copa e não o contrário. “Estamos estimulando nossos parceiros a deixar as lojas agradáveis, bonitas e alegres, organizar as gôndolas, dar destaque para promoções e descontos e treinar os profissionais. Tudo isso faz diferença e deve segurar um bom resultado nas vendas durante o período”, acrescenta.

Fonte: Site Investimentos e Notícias

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Variação dos custos da Saúde supera inflação no mundo

Brasil segue movimento global de disparidade entre a VCMH e a inflação, segundo pesquisa do IESS. Veja os comparativos

A variação dos custos médico-hospitalares (VCMH) tem crescido nos últimos anos em ritmo mais acelerado do que a inflação em grande parte dos países, independentemente da região geográfica ou da situação do setor de saúde local. O Brasil também apresenta a mesma realidade. Uma pesquisa inédita do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) analisou a VCMH de 48 países, incluindo o Brasil, e a comparou com os índices gerais de inflação. A constatação é que a acelerada incorporação de novas tecnologias, nem sempre acompanhadas de uma avaliação de efetividade em relação aos custos, o processo de envelhecimento populacional e o desperdício têm impulsionado fortemente as despesas do setor.

“Há um fenômeno global de descasamento entre variação dos custos médico-hospitalares e indicadores gerais de inflação”, avalia o superintendente-executivo do IESS, Luiz Augusto Carneiro. Para realizar o estudo, o Instituto analisou a base de informações fornecida pela consultoria mundial Towers Watson, responsável por mensurar os custos médico-hospitalares em 48 países.

Em alguns países, a diferença entre a inflação geral e a VCMH passa de 10 pontos porcentuais (p.p.). Por conta dessa realidade, o estudo demonstra que os indicadores gerais de preços não podem mais ser utilizados como parâmetros de adequação de preços para planos de saúde: enquanto a inflação mede a variação de preços em uma cesta de itens, a VCMH flutua em razão dos preços e da frequência de utilização dos serviços de saúde.

“Devido a mudança demográfica em curso, a proporção de idosos e a expectativa de vida estão crescendo e, com elas, o ritmo de utilização dos serviços de saúde”, justifica Carneiro. “Além do uso, também tende a aumentar a complexidade dos serviços utilizados, já que os problemas de saúde de idosos costumam ser mais difíceis de tratar, o que contribui para elevar a VCMH.”

Segundo o estudo, no continente americano, o país onde a VCMH está mais descolada da inflação são os Estados Unidos, que tiveram a variação dos custos médico-hospitalares de 12,4 p.p. superior à inflação em 2012 (de aproximadamente 2,5%). No Brasil, o descasamento entre VCMH e inflação geral cresceu no período analisado, ficando, em 2012, 9,6 p.p. acima da inflação de 5,4% (IPCA/IBGE).

Gráfico

O fenômeno também se repete em outras regiões geográficas. Nos países asiáticos, por exemplo, a China apresentou a diferença entre os indicadores em 10,8 p.p em 2009, enquanto na Indonésia, em 2012, foi de 9,7 p.p. No Oriente Médio, os Emirados Árabes registraram uma diferença de 10 p.p., de 2010 a 2012. Na Europa, a VCMH da Irlanda foi 13,7 p.p. superior à inflação em 2009, ao passo que, no Reino Unido, a diferença permaneceu em torno dos 7 p.p., em 2009, 2010 e 2012.

Considerando o continente americano, no Chile, Canadá e México houve uma redução da distância entre os indicadores, tanto por conta do aumento da inflação quanto pelo menor ritmo de crescimento da VCMH.

Gráfico Geral

Grafico geral

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Saúde elege inovação como chave para o futuro

Brasil segue movimento global de disparidade entre a VCMH e a inflação, segundo pesquisa do IESS. Veja os comparativos

Há uma ânsia por inovação no setor de Saúde. É um sentimento fácil de detectar entre participantes e congressistas da Hospitalar, grande feira voltada para o setor realizada na semana passada em São Paulo. Aliás, enorme: a maior feira do segmento na América Latina.

Muito embora grande parte dos expositores sejam fabricantes de equipamentos e produtos ou fornecedores de serviços, há certo consenso de que o atual modelo de remuneração do setor, baseado em procedimentos, está com os dias contados. E, claro, uma mudança neste sentido traz impactos consideráveis em toda a cadeia.

Por isso inovação é uma palavra que atrai muitos olhares amorosos dos executivos do setor. Isto tanto é verdade que um dos mais importantes eventos paralelos que ocorrem durante a feira, o Congresso Internacional de Serviços de Saúde (CISS), elencou o tema como caminho para aumentar a eficácia do sistema, pensando não só em ganhos de eficiência de fabricantes e prestadores de serviços, mas também em ganho de acesso.

Hospitais
“Há o consenso de que há a necessidade de mudanças no sistema de saúde, e não só no Brasil, mas no mundo”, disse Henrique Neves, diretor geral da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira do Albert Einstein, durante o CISS, à plateia formada por alguns dos principais executivos de operadoras, hospitais e indústrias do Brasil. Não houve discordância.

“São questões críticas como acesso, qualidade do cuidado e custo deste cuidado. Há um consenso de que o modelo atual não tem futuro. Portanto a inovação no setor é crítica, mas não é fácil de tratar ou fazer”, disse, para depois citar um documento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) brasileiro segundo o qual a parcela do PIB do País dedicada à pesquisa e desenvolvimento é de 1%, muito aquém do momento dedicado por nações que “lideram a corrida tecnológica”, que chegam à marca de 3% ou mais.

Além das já velhas e conhecidas dificuldade de empreender (e portanto inovar) na iniciativa privada, a dinâmica do processo de pesquisa e desenvolvimento científico no Brasil não tem como objetivo final o desenvolvimento de produtos. Boa parte das grandes descobertas fica esquecida ou trancafiada dentro dos belos tomos de capa dura nas prateleiras das universidades.

“Temos trabalhado desde 2010 com alguma intensidade, experimentando modelos diferentes e quebrando a cara”, conta Neves, a respeito das iniciativas de inovação do Einstein. “Fizemos um benchmarking e descobrimos que somos bons em produzir novos modelos de atividade, como a ‘ambulatorização’ em volta do hospital e as atividades de ensino. Mas para o desenvolvimento de produtos e serviços de forma mais estrito somos um fracasso.”

O hospital conta com um Centro de Inovação Tecnológica, criado em 2008 para viabilizar propostas de inovação tecnológica e facilitar sua incorporação. O CIT disponibiliza ferramentas e presta assessoria técnica, além de tentar reunir recursos e especialistas para criar novos produtos, processos e negócios em Saúde. Mas mesmo uma estrutura de fomento tão especializada encontra dificuldades de financiamento e lentidão no julgamento de projetos e propostas, além de capacitação dos indivíduos. “Quando a gente fala de inovação tende a subestimar a complexidade do processo”, pondera o especialista.

Saúde suplementar 
Não que um hospital como o Einstein não tenha iniciativas interessantes em termos de gestão e finanças – pois tem, principalmente no uso do Lean Six Sigma, história para uma matéria futura -, mas inovações nestas áreas são tudo o que importa para uma operadora, como é o caso da Unimed-BH. Das maiores do País, com 1,2 milhões de vidas na carteira, a cooperativa médica aposta em um novo sistema de remuneração, um dos principais gargalos do setor e fonte quase inesgotável de distorções e reclamações.

O diagnosis-related group, ou DRG, classifica os casos assistidos pela instituição hospitalar de acordo com características comuns de complexidade e outros parâmetros. A ideia é migrar para um modelo que visa maior eficiência e qualidade, em detrimento do modelo comum que paga por procedimento e premia a produção, não a qualidade.

“A expectativa que temos com esta metodologia é a redução da permanência, aumento da qualidade, a eficiência do serviço, melhores linhas de cuidada, e a redução da intensidade do uso de tecnologias desnecessárias”, explica Helton Freitas, presidente da Unimed-BH e diretor da Unimed Seguros. Ou, falando de números mais concretos, gerar economia de 250 a 300 leitos por ano apenas na redução do tempo de ocupação de leito.

Indústria
Sobre a indústria, elo mais comumente citado na cadeia da saúde quando o assunto é inovação, falemos de um caso de sucesso alemão. Entre tantos outros modelos internacionais de fomento mostrados durante o CISS na Hospitalar, os alemães parecem especialmente focados no envolvimento de todos os atores do setor no desenvolvimento de produtos efetivos, ou seja, na tradução do esforço de inovação em itens que realmente servirão à assistência.

Tobias Zobel, diretor do Instituto Central de Engenharia Biomédica (ZiMT) de Erlangen e professor da Universidade Friedrich Alexander (FAU), de Nurenberg, contou a história. Dezoito anos atrás, Erlangen, cidade da Baviera com pouco mais de 100 mil habitantes, decidiu tornar-se “a capital da tecnologia e engenharia médica”, apostando na criação de um ‘cluster’ para encorajar um trabalho colaborativo entre engenheiros, médicos, políticos, órgãos reguladores, farmacêuticos, fundos de investimento, especialistas em TI, economistas e empresários com objetivo de criar produtos e tecnologias médicas inovadoras.

Chamado de Medical Valley, o projeto tem apoio da FAU e da Siemens, entre outros parceiros, e trabalha na pesquisa e desenvolvimento de produtos em diagnóstico por imagem, sensores inteligentes, sistemas de tratamento e oftalmologia, entre outros. São mais de 80 milhões de euros aplicados em projetos atualmente, distribuídos entre 500 companhias – 75% delas alocadas em um raio de 15 km de Erlangen – e 45 mil trabalhadores.

Como resultado, as patentes de produtos médicos submetidas aos órgãos de registro na Alemanha subiram de 32% do total em 2008 para 41% em 2011.

Consumidor
E do que trata a inovação em saúde quando falamos de pessoas? Diante de uma população cada vez mais equipada com recursos tecnológicos e, por consequência, gerando uma grande quantidade de dados comportamentais, como aproveitar essas informações para evitar que as pessoas se tornem pacientes?

“Há uma discussão fascinante sobre inovação em saúde”, explicou Harry Greenspun, consultor sênior do Deloitte Center for Health Solutions (DCHS). “Quando pensamos em tecnologia em saúde, não se trata apenas do que podemos colocar no sistema de saúde, mas também da saúde que podemos embarcar no dia a dia.”

Dados e como aproveitá-los para gerar saúde (e, claro, tratar doenças e estruturar instituições de saúde) foram justamente alguns dos objetivos apresentados pela Deloitte durante a Hospitalar. A partir informações geradas em celulares, é possível saber quando as pessoas estão deprimidas, por exemplo, pois a geodinâmica de seu comportamento muda. “Elas deixam de sair e reduzem as interações sociais”, explicou o especialista.

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