Arquivo mensal novembro 2016

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Farmacêuticos assinam acordo com o Governo do Tocantins para Data Base 2016

Foi protocolado na manhã do dia 11 de novembro o acordo com o governo estadual do Tocantins para implantação da Data-base dos servidores estaduais e suspensão do movimento de greve geral pela categoria. Foram mais de 90 dias de negociação onde após algumas tentativas, foi enfim formalizada uma proposta, na qual os sindicatos integrantes do MUSME-TO trabalharam junto ao governo para trazer alguns avanços, porém, sem grandes alterações.

Segundo o Presidente do SINDIFATO, Pedro Henrique Goulart Machado, deve se ressaltar que “antes do início do movimento paredista nem proposta formalizada havia então, por mais que a proposta aceita não tenha sido o desejável pelos servidores, já foi um avanço nas negociações e que a proposta foi fruto da força mostrada pela união dos servidores durante a greve geral.”

NOTA DO MUSME: ENCAMINHAMENTOS SOBRE A GREVE E O ACORDO – 11/11/2016

O Movimento de União dos Servidores Públicos Civis e Militares do Estado do Tocantins (MUSME-TO) vem a público apresentar o posicionamento de cada um dos Sindicatos integrantes do Movimento a respeito do TERMO DE ACORDO proposto pelo Governo do Tocantins na última segunda-feira, 07 de novembro.

Dos dez sindicatos que compõem o MUSME-TO, seis aceitaram os termos propostos pelo Governo e deliberaram pelo encerramento do movimento grevista. São eles: Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual doEstado do Tocantins (SINDARE-TO); Sindicato dos Médicos no Estado do Tocantins (SIMED-TO); Sindicato dos Profissionais em Educação Física no Estado do Tocantins (SINPEF-TO); Sindicato dos Farmacêuticos do Estado do Tocantins (SINDIFATO); Sindicato dos Cirurgiões Dentistas do Estado do Tocantins (SICIDETO); Sindicato dos Inspetores de Defesa Agropecuária do Estado do Tocantins (SINDEFESA-TO).

O Sindicato dos Trabalhadores em Saúde no Estado do Tocantins (SINTRAS-TO) realizou Assembleia Geral no dia 08 e por deliberação da sua base, somente encerrará a greve e assinará o acordo, mediante as seguintes ponderações: o Governo deverá esclarecer no documento o período de pagamento do retroativo da data-base 2015; deve constar no Termo de Acordo que não haverá nenhum tipo de retaliação contra os grevistas como transferências, corte de ponto e outras implicações administrativas.

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado do Tocantins (SINTET-TO) realizou sua Assembleia Geral no dia 10 e os servidores deliberaram pela assinatura do Acordo e suspensão da greve. A categoria também deliberou pelo retorno das aulas a partir do próximo dia 16 e pela judicialização dos passivos (retroativos da data-base). A greve do SINTET permanecerá suspensa até que o Governo cumpra integralmente o Acordo e desde que não haja perseguição ou qualquer tipo de retaliação aos grevistas.

O Sindicato dos Profissionais de Enfermagem no Estado do Tocantins (SEET-TO) não assinará a proposta e a decisão de sua base é por aceitar a deliberação do MUSME-TO quanto à continuidade ou não da greve.

O Sindicato dos Servidores Públicos no Estado do Tocantins (SISEPE-TO) somente assinará o Acordo caso o Governo reavalie os seguintes pontos: 1) estabeleça a data e a forma como serão pagos os retroativos de 2015 (cláusula sexta); 2) estabeleça a data e a forma como serão pagos os retroativos de 2016 (cláusula sétima); 3) insira na proposta o pagamento das diferenças geradas em 2017, de janeiro a agosto, acumuladas em razão da divisão do índice de 9,8307%, em 03 parcelas. Se a proposta não contemplar pontos questionados, o SISEPE-TO manterá a decisão das Assembleias Gerais que deliberaram pela continuidade da greve nas cidades de Palmas, Araguaína, Miracema, Paraíso do Tocantins e Porto Nacional.

Por fim, considerando as decisões das Assembleias Gerais e considerando ainda o voto da maioria das entidades na última reunião do MUSME-TO, o encaminhamento final é pelo encerramento da greve. No entanto, o MUSME-TO esclarece que respeitará a autonomia sindical e as deliberações de cada uma das categorias de servidores públicos que votaram pela continuidade da greve. Quanto ao Termo de Acordo, também será respeitada essa autonomia e somente assinarão aqueles Sindicatos e bases que tiverem concordado com os termos da proposta.

(Assessoria de Comunicação MUSME-TO)

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Já está valendo a Convenção Coletiva de Trabalho 2016-2017

O Ministério do Trabalho e Emprego – MTE, registrou na manhã do dia 09 de novembro a nova Convenção Coletiva de Trabalho (CCT 2016/17) celebrada entre os representantes das drogarias (FECOMERCIO) e o SINDIFATO onde foram acordados, dentre outros benefícios, a revisão salarial anual com o percentual de 9,18% (nove virgula dezoito por cento). O novo piso salarial passou para R$ 3.750,00 (três mil setecentos e cinquenta reais) para uma jornada de trabalho de 40 horas semanais de segunda à sexta, sendo o valor da hora trabalhada de R$ 18,75 (dezoito reais e setenta e cinco centavos). As demais cláusulas serão reajustadas pelo mesmo índice negociado, desta forma, o valor da hora trabalhada pelo Farmacêutico Plantonista será de, no mínimo, R$ 21,22 (vinte e um reais e vinte e dois centavos) com limite de 12 horas por plantão, podendo ainda sobre este incidir adicional noturno.

A diferença salarial do reajuste retroativo a agosto será paga em duas parcelas junto com os salários referentes aos meses de outubro e novembro de 2016.

Conheça quais são seus direitos, clique e leia a nova CCT 2016/2017.

Da redação.

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Campanha de Filiação 2016: Cursos EAD Gratuitos

O Sindicato dos Farmacêuticos, juntamente com a Federação Interestadual dos Farmacêuticos e o Portal Educação disponibilizaram diversos cursos na modalidade EAD, para farmacêuticos do Estado

Todos os farmacêuticos filiados ao Sindicato podem escolher o curso do seu interesse e solicitar o voucher para acesso, totalmente gratuito. Ao todo, são mais de 1.500 cursos na modalidade EAD, escolha o seu. Veja alguns exemplos:

  • Assistência Farmacêutica ao Paciente Ambulatorial;
  • Assistência Farmacêutica em Drogarias;
  • Atenção Farmacêutica;
  • Atualidades em Diabetes Mellitus;
  • Atenção farmacêutica ao Paciente Hipertenso;
  • Bioquímica Clínica;
  • Biossegurança em Laboratório Clínico.

Os cursos têm duração de 40 a 80 horas, e podem ser utilizados para fins de progressão funcional para servidores públicos do Estado e prefeituras. Cada curso tem o custo em média de R$ 300,00. Porém, os filiados ao Sindicato dos Farmacêuticos não pagam nada por ele. Basta se filiar, ou comprovar a sua filiação ao sindicato da sua categoria, escolher o curso e solicitar o voucher.

Segundo o Diretor da Feifar, Renato Soares Pires Melo, “os cursos são excelentes, pois, além da qualidade, podem ser acessados a qualquer momento pelos farmacêuticos. Outra vantagem é ser gratuito, os filiados não precisam pagar mais nada, desde que comprovada a condição de filiado”, finalizou o diretor.

Da redação