Arquivo mensal março 2017

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Hospitais insistem em aumento de jornada e farmacêuticos buscam mediação do Ministério do Trabalho

Farmacêutico

Em novembro, o Sindifato havia discutido com a categoria solicitação de reajuste de 9,16% no salário

Sem acordo com o Sindicato dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde Privados do Tocantins (Sindessto), o Sindifato (Sindicato dos Farmacêuticos do Estado do Tocantins) irá recorrer ao Ministério do Trabalho para negociar a CCT (Convenção Coletiva de Trabalho) 2016-2017 do setor hospitalar e de laboratórios. “O Sindessto insistiu em aumentar o número de 13 para 15 plantões e a nossa categoria não aceita essa ampliação de jornada de trabalho”, ressalta o presidente do Sindifato, Pedro Henrique Goulart Machado Rocha.

Segundo Pedro Henrique, ao todo o Tocantins possui aproximadamente 150 hospitais e estabelecimentos de saúde que empregam cerca de 180 farmacêuticos.

As negociações entre o Sindifato e o representante patronal se estendem desde o dia 31 de janeiro, quando a entidade protocolou a contra-proposta para negociações da CCT. Entre as reivindicações do Sindifato estão ticket alimentação de R$ 16,38 e jornada de trabalho de 36 horas semanais (180 horas por mês).

Em novembro, o Sindifato havia discutido com a categoria solicitação de reajuste de 9,16% no salário, que ficaria em R$ 3.560,00. “Não aceitaremos que queiram aumentar a nossa jornada para além do que está previsto na legislação”, destacou.

O presidente do Sindifato espera que, com a mediação do Ministério do Trabalho, o impasse seja solucionado.

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Após paralisação, segue impasse em Formoso com previsão de greve

Os farmacêuticos e as demais categorias da Saúde municipal em Formoso do Araguaia mantiveram, nesta quarta-feira, 15 de março, o indicativo de greve para o dia 21 de março após dois dias de paralisação de serviços por parte das categorias. O impasse é por causa da falta do cumprimento, por parte da prefeitura da cidade, do acordo que previa o pagamento da data-base acumulada entre 2013 e 2016.

Durante a paralisação desta quarta-feira e da terça-feira, 14, o prefeito da cidade, Wagner Coelho de Oliveira, o Wagner da Gráfica, apresentou uma proposta para pagamento da data-base, mas muito longe do que havia sido acordado anteriormente e, por isso, rejeitada pelos servidores. “Até o momento, o município não apresentou uma proposta condizente. São várias famílias que estão esperando essa data-base e não se pode brincar com a vida das pessoas”, ressaltou o presidente do Sindifato (Sindicato dos Farmacêuticos do Tocantins), Pedro Henrique Goulart Machado Rocha.

Além do Sindifato, participam da negociação os seguintes sindicatos: Seet (Sindicatos dos Profissionais da Enfermagem do Estado do Tocantins) e o Sicedeto (Sindicato dos Cirurgiões Dentista do Estado do Tocantins).

Localizada a 320 km de Palmas, Formoso do Araguaia tem população estimada em 18,7 mil habitantes.

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Com outras categorias, farmacêuticos cobram data-base e marcam paralisação para terça, 14 de março

FORMOSO DO ARAGUAIA

Com a falta do cumprimento do acordo que previa o pagamento da data-base acumulada entre 2013 e 2016 aos servidores da Saúde de Formo do Araguaia, os farmacêuticos da cidade e as outras categorias da área marcaram, para esta terça-feira, 14 de março, uma paralisação de atividades. A paralisação, decidida em assembleia geral dos servidores da saúde do município, é de 48 horas e, portanto, prossegue na quarta-feira, 15 de março.

Na semana passada, o presidente do Sindifato (Sindicato dos Farmacêuticos do Tocantins), Pedro Henrique Goulart Machado Rocha, esteve na cidade e participou de mobilização dos servidores da Saúde que exigem a data-base.

Servidores da Saúde de Formoso do Araguaia durante protesto

“Nossos colegas farmacêuticos do interior precisam de todo o respaldo do sindicato e por isso fomos lá. Vamos seguir apoiando e reforçar a luta pelo pagamento data-base, que é um direito de todos”, salientou Pedro Henrique, ao dizer que já são três anos acumulando perdas salariais para a categoria.

A mobilização, que contou com carro de som e passeata, ocorreu após a falta de resposta por parte da Prefeitura de Formoso do Araguaia ao ofício conjunto do Sindifato e dos sindicatos dos profissionais de enfermagem e dos cirurgiões dentistas.

A marcha foi até a prefeitura para cobrar o cumprimento do acordo. Tentando evitar a paralisação e a greve, o prefeito da cidade, Wagner Coelho de Oliveira, o Wagner da Gráfica, apresentou uma proposta para pagamento da data-base. A proposta será analisada em nova assembleia geral no dia 14 de março e, se aceita, a paralisação não se estenderá. Caso as categorias julguem a proposta como insatisfatória, a paralisação segue e a greve continuará marcada para o dia 21 de março.

Localizada a 320 km de Palmas, Formoso do Araguaia tem população estimada em 18,7 mil habitantes.

Presidente do Sindifato, Pedro Henrique, em reunião com outros sindicalistas e prefeito de Formoso do Araguaia

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Sindifato une forças com OAB e sindicatos para combater a Reforma da Previdência

O presidente do Sindifato (Sindicato dos Farmacêuticos do Estado do Tocantins), Pedro Henrique Goulart Machado Rocha, participou, na sexta-feira, 3 de março, de uma reunião na OAB-TO (Ordem dos Advogados do Brasil) com vários sindicatos e instituições com um objetivo em comum: combater a proposta da Reforma da Previdência apresentada pelo governo federal.

“Essa proposta do governo prejudica demais o trabalhador. No nosso caso, por exemplo, como que um farmacêutico, com todos os riscos que a profissão tem, vai trabalhar 49 anos para só depois ter a aposentadoria integral? Governo está querendo economizar em cima dos trabalhadores, o que não está certo”, ressaltou Pedro Henrique.

Além do Sindifato e da OAB, participaram do encontro dirigentes da Fesserto (Federação dos Sindicatos de Servidores Públicos do Tocantins) e os seguintes sindicatos: Sindifiscal (Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual do Tocantins), Sinteet (Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Tocantins), Sisepe (Sindicato dos Servidores Públicos do Estado do Tocantins), Sintras (Sindicato dos Trabalhadores da Saúde Estado Tocantins), Sindjufe-TO (Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário Federal no Tocantins), Sinprf-TO (Sindicato dos Policiais Rodoviários do Estado do Tocantins), Sinpef-TO (Sindicato dos Profissionais em Educação Física no Tocantins) e Sisemp (Sindicato dos Servidores Municipais de Palmas).

Na reunião, ficou acertado um grande evento conjunto com todas as entidades que participaram par ser realizado no próximo dia 16 de março. Além disso, deverá ser formada uma Frente Estadual da Reforma da Previdência.

Na foto, presidente Pedro Henrique Goulart Machado Rocha (de camiseta preta) no Plenário da OAB-TO.

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Farmacêuticos reforçam luta pelo PCCR da Saúde, buscam jornada de 6h e defendem CCT no setor privado

Sindifato em Araguaína

Reunião dos membros do Sindifato com demais sindicatos realizada em Araguaína

O Sindifato (Sindicato dos Farmacêuticos do Estado do Tocantins) intensificou a luta por cobranças do PCCR (Plano de Cargos, Carreiras e Salários) da Saúde da Prefeitura de Araguaína. Atrasado desde 2013, quando o atual prefeito Ronaldo Dimas criou uma comissão para elaboração do plano que, até hoje, sequer apresentou projeto à Câmara Municipal, o PCCR é um grande anseio de todas as categorias de saúde e também dos farmacêuticos que trabalham para o município.

Recentemente, o Sindifato participou de reunião na cidade com vários outros sindicatos da área da saúde para discutir uma estratégia conjunta de cobrar o município para que o plano efetivamente seja implementado. “Nossos colegas de Araguaína aguardam esse plano há muitos anos. O atual gestor prometeu e começou a criar forma de implementá-lo, mas depois os trabalhos pararam e os farmacêuticos e demais servidores só acumulam prejuízos”, destaca o presidente do Sindifato, Pedro Henrique Goulart Machado Rocha.

Descontentes, o Sidifato, o Seet (Sindicato dos Profissionais de Enfermagem do Estado do Tocantins) e o Sicideto (Sindicato dos Cirurgiões Dentista do Estado do Tocantins) formataram um ofício reivindicando uma reunião urgente com o prefeito de Araguaína para tratar o tema.

Jornada de trabalho

Outra luta do Sindifato para os farmacêuticos da rede municipal de Araguaína é a fixação da jornada de seis horas diárias, como determina a legislação vigente no Brasil. Sobre esse tema, o presidente Pedro Henrique e o secretário-geral do Sindifato, Renato Soares Pires Melo, se reuniram com cerca de 30 colegas.

No encontro, que serviu para aproximar ainda mais o sindicato dos profissionais do interior, foi nomeada uma comissão com quatro delegados do Sindifato para acompanhar o andamento da implementação do PCCR e da jornada de seis horas no município. Essa comissão tem os seguintes componentes: Marcos Henrique Martins de Sousa, Wellington Dias Marinho, Weulenberg Viana Santana e Joseane Rodrigues Monteiro.

Convenção Coletiva

Sindifato no Tocantins

Outra luta do Sindifato é a fixação da jornada de seis horas diárias

Ainda em Araguaína, o Sindifato fez uma ação de defesa da categoria que trabalha no setor privado. Repetindo o que já ocorre em Palmas, os dirigentes do sindicato promoveram uma série de visitas às farmácias da cidade na qual fizeram esclarecimentos sobre a CCT 2016-2017 (Convenção Coletiva de Trabalho 2016-2017) do Comércio Varejista de Medicamentos.

Entre outros pontos, a convenção prevê o piso salarial mínimo de R$ 3.750,00, a jornada de oito horas diárias com descanso semanal remunerado aos sábados, domingos e feriados, sobre a jornada de plantonista com limite de 12 horas por plantão com valor de R$ 21,22 por hora trabalhada, 11 horas de descanso mínimo intrajornada e escala de revezamento quinzenal que favoreça o repouso dominical remunerado.

“Esse contato com os farmacêuticos do interior do Estado será rotineiro e direto. Não vamos deixar de defender os interesses da categoria aonde quer que seja dentro do Tocantins”, salienta Renato Melo.