Arquivo mensal maio 2017

poradmin

Sindifato lamenta morte de Francisco Nogueira Lima

O Sindifato (Sindicato dos Farmacêuticos do Tocantins) lamenta o falecimento do farmacêutico Francisco Nogueira Lima, 68 anos. Ele morreu após um mergulho no lago de Palmas, no sábado, 27 de maio. Francisco participava de uma festa familiar em um barco. Conhecido como Professor Nogueira, Francisco foi vereador por três mandatos em Gurupi, chegando a alcançar a presidência da Câmara.

Neste momento de dor e consternação, o Sindifato expressão seus mais sinceros votos de pesar e apoio aos familiares e amigos de Francisco.

poradmin

Sindifato participa de I Ciclo de palestras do curso de Farmácia da Fapal

Nesta quinta-feira, 25, o presidente do Sindicato dos Farmacêuticos do Tocantins (Sindifato), Pedro Henrique Goulart, participa do I Ciclo de Palestras do curso de Farmácia da Faculdade de Palmas (Fapal). O tema abordado será os aspectos legais, gestão, segurança no trabalho e os novos desafios dos farmacêuticos no Brasil, além de falar sobre o papel do sindicato.

“É muito importante que ainda na faculdade, os futuros farmacêuticos tenham noção de como é atuar na área, quais os aspectos legais, os requisitos, os desafios e a importância da nossa profissão para a sociedade. O objetivo é somar forças entre os que já estão no mercado com os que futuramente estarão atuando seja no serviço público ou na iniciativa privada”, ressaltou.

Falando em troca de experiências, o presidente lembrou ainda que na última semana participou da reunião da Diretoria Ampliada da Federação Interestadual dos Farmacêuticos (Feifar). “Na oportunidade foram apresentadas as propostas de trabalho da nova diretoria. É sempre bom participar  e contribuir quanto mais engajados formos, melhores dias teremos para os nossos trabalhadores”, concluiu.

poradmin

Sindifato representa classe no VIII Congresso Nacional das Profissões Liberais em Brasília

O VIII Congresso Nacional das Profissões Liberais foi realizado em capital federal na última semana

Na última semana, Brasília foi palco do VIII Congresso Nacional das Profissões Liberais que promoveu um debate sobre o desenvolvimento social do país. O presidente do Sindicato dos Farmacêuticos do Tocantins (Sindifato), Pedro Henrique Goulart, participou do evento que contou com palestras do ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Douglas Alencar e do professor e pesquisador do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho da Unicamp, Marcio Pochmann.

Ambos destacaram as principais mudanças geradas na transição de uma sociedade industrial para uma de serviços e fizeram uma análise do atual cenário do Brasil, frente aos eventuais descompassos e distorções que geram o fenômeno da inconstitucionalidade.

“Entre 1940 e 1980 podemos observar uma estruturação diferente no mercado de trabalho, com expressivo crescimento de trabalhadores formais, de 12,9% para 50,6%. Nesse contexto também é importante ressaltar a queda de trabalhadores ocupados sem remuneração de 21,9% para 9,5%, o que gerou crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) per capita, mobilidade social e concentração da renda e refletiu, até 2008, na queda da exclusão dos pobres e analfabetos da política”, esclareceu Pochmann ao fazer uma reflexão sobre as heranças da antiga sociedade agrária, as anomalias da sociedade urbana e industrial e as especificidades da atual transição para uma sociedade de serviços.

O ministro do TST, Douglas Alencar, esclareceu sobre os impactos decorrentes da proposta de alteração trabalhista que tramita no Senado, a importância de valores constitucionais, vinculados ao mundo trabalho e o valor do trabalho decente, assumido pelo Brasil, pela Confederação Nacional das Profissões Liberais e pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). “Estamos diante de propostas no Congresso que priorizam de maneira bastante expressiva os interesses do patronato, desequilibrando assim a relação entre o capital e o trabalho. Essa modificação irá gerar uma série de discussões perante o poder judiciário, inclusive sobre a constitucionalidade dessas modificações. Particularmente, a expectativa é que os valores constitucionais sejam preservados, que não haja retrocessos e que se estabeleça uma relação harmônica entre o capital e o trabalho”, explicou.

“O Congresso Nacional das Profissões liberais é oportuno diante de tudo o que vem acontecendo no País, principalmente quanto ao desmonte das leis trabalhistas conquistadas a duras penas pela classe trabalhadora que agora perde direitos fundamentais. É importante discutirmos e nos posicionarmos frente a tamanhas aberrações que estão sendo propostas”, disse o presidente do Sindifato.

O Plenário do VIII Congresso Nacional das Profissões Liberais formalizou, no dia 18 de maio, uma moção em defesa da democracia no Brasil e em prol do movimento popular ‘Diretas Já’. Os profissionais liberais também se comprometeram em ocupar Brasília, no dia 24 de maio, para fortalecer a luta dos trabalhadores contra a retirada de direitos, por meio das Reformas Trabalhista e Previdenciária, em tramitação no Congresso. (Com informações Ascom CNPL)